Mais um dos devaneios

Amor
ensandecer no ardor
desespero

Se amor é esquecer rancor
e começar do zero

Então é sentir desejo
sem medo
e se entregar irracionalmente

Outorgar as rédeas de si a outro peito

Coincidentes
ocos de apreços

Ambos tiveram antes imersos em lástimas
graças à grandeza esplendorosa
do que chamam de vida

Se vem em consequência da dor
vejo em ti
sem dúvida
todo meu amor.

TT

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Eu sabia. 

O corpo leve por consequência da paz que acarreto a cada gargalhar {teu, meu ou nosso}. Todo vento que me esvoaça os cabelos causa quase tantos nós quanto teus lapsos de consciência, em minha cabeça. Confunde meu raciocínio nada lógico.

Penso, repenso, desfaço e me convenço de que não há nada errado. Não há! E eu sei que não. Nunca houve. E a cada novo dia que (re)nasço sendo tua eu sei ainda mais. 

TT